
Solitude
Gal Costa
A solidão íntima e universal em “Solitude” de Gal Costa
Na interpretação de Gal Costa para “Solitude”, a canção ganha um tom confessional e intenso, transformando o clássico do jazz em uma expressão direta de dor e saudade. O ato de “sentar e esperar”, repetido na letra, simboliza a espera angustiante e o sentimento de abandono, reforçando a atmosfera melancólica que domina a música. A tradução de Augusto de Campos preserva a essência da composição original de Duke Ellington, mas adapta o sentimento de solidão para o contexto brasileiro, tornando-o mais próximo do público local. Esse aspecto foi intensificado quando a música passou a integrar a trilha sonora da novela “Dancin’ Days”, ampliando seu alcance e identificação.
A letra trata a solidão como uma experiência quase física, em que o tempo se arrasta e as lembranças se tornam tanto um alívio quanto uma fonte de sofrimento: “Nessa solidão, devoro / Memórias que você me traz”. O desejo de reencontro aparece de forma clara e dolorosa em versos como “Nessa solidão imploro / Pra ver você uma vez mais”, mostrando a intensidade da ausência. A repetição de “ninguém pode ser tão só” destaca o isolamento extremo, enquanto o pedido final por paz sugere que apenas a presença do outro pode aliviar essa angústia. A interpretação sensível de Gal Costa potencializa a introspecção da letra, tornando a experiência da solidão algo universal e profundamente humano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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