
Tigresa
Gal Costa
Força feminina e liberdade em "Tigresa" de Gal Costa
Em "Tigresa", Gal Costa interpreta uma composição de Caetano Veloso que homenageia a força e a sensualidade femininas, inspirada diretamente em Sônia Braga. A escolha de versos como “tigresa de unhas negras e íris cor de mel” destaca a admiração pela personalidade marcante e libertária da atriz, que se tornou símbolo de ousadia e independência nos anos 1970. O trecho “gostava de política em mil novecentos e sessenta e seis e hoje dança no Frenetic Dancin' Days” conecta a personagem à efervescência cultural e política do Brasil da época, misturando engajamento social com a busca pelo prazer e liberdade. A referência ao musical "Hair" e à boate Frenetic Dancin' Days reforça o clima de transgressão e experimentação daquele período.
A letra apresenta uma narrativa íntima, mostrando uma mulher que viveu intensamente, experimentando amor, ódio, prazer e dor. O tom nostálgico surge quando ela relembra o passado e expressa o desejo de se reinventar: “Mas ela ao mesmo tempo diz que tudo vai mudar porque ela vai ser o que quis inventando um lugar...”. Essa busca por transformação e conexão com a natureza reflete o espírito contestador e utópico dos anos 1970. No final, o verso “as garras da felina me marcaram o coração” sugere que o impacto dessa mulher é profundo e ambíguo, misturando fascínio e desilusão. O ato de recorrer ao violão para buscar consolo mostra como a arte transforma experiências intensas em criação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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