
Bloco do Prazer
Gal Costa
Equilíbrio e liberdade em “Bloco do Prazer” de Gal Costa
Em “Bloco do Prazer”, Gal Costa expressa um desejo claro de equilíbrio e autenticidade, como mostra o verso “não quero oito, nem oitenta”. A música rejeita os extremos, buscando um caminho próprio entre a apatia e o exagero. O "bloco do prazer" funciona como uma metáfora para a busca coletiva por alegria, liberdade e renovação, especialmente no contexto do Carnaval, onde a canção ganhou destaque e se tornou símbolo de celebração.
A letra traz imagens que sugerem ousadia e vontade de experimentar o novo, como em “quero ser mandarim, cheirando gasolina, na fina flor do meu jardim”. A referência ao mandarim pode simbolizar poder ou autonomia, enquanto “cheirando gasolina” indica a busca por sensações intensas e até um certo risco, reforçando o espírito de transgressão e liberdade. O contraste entre “som da marcha lenta” e “novo balancê” destaca o desejo de romper com a monotonia e viver experiências mais vibrantes, algo que Gal Costa eternizou com sua interpretação cheia de energia. O verso “a vida tá pouca e eu quero muito mais” resume o sentimento de urgência e intensidade típico das festas populares brasileiras, onde prazer e paixão são celebrados como antídotos contra a rotina. O impacto da música, que inspirou exposições e blocos carnavalescos, mostra como seu espírito festivo e libertador permanece atual, sendo um convite coletivo à celebração da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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