
Minha Voz, Minha Vida
Gal Costa
A dualidade da existência em “Minha Voz, Minha Vida” de Gal Costa
“Minha Voz, Minha Vida”, composta por Caetano Veloso para Gal Costa, explora a voz como algo além de um simples instrumento musical: ela é apresentada como parte fundamental da identidade e da existência da artista. A letra destaca a voz como “minha bússola e minha desorientação”, mostrando que, para Gal, cantar é tanto um caminho de orientação quanto um espaço de vulnerabilidade. Essa dualidade revela como a arte pode ser, ao mesmo tempo, fonte de força e de incerteza.
O contexto da canção reforça a visão de Caetano sobre Gal como uma figura libertadora na música brasileira. Isso aparece no trecho em que a voz é chamada de “única libertação”, mesmo quando o amor “escraviza”. A música sugere que cantar é uma forma de viver intensamente, transformando sentimentos como felicidade, sofrimento e esperança em expressão artística: “Por ser feliz, por sofrer, por esperar, eu canto”. O verso “uma flor sem limite / é somente porque trago / a vida aqui na voz” resume a ideia de que a voz de Gal é ilimitada porque carrega toda a intensidade de sua vida e emoções, tornando-se símbolo de autenticidade e liberdade artística.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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