
Amazônia, a Cura
Boi Garantido
Amazônia, a Cura: Um Clamor pela Preservação
A música "Amazônia, a Cura" do Boi Garantido é um poderoso manifesto em defesa da floresta amazônica e de suas incontáveis riquezas naturais e culturais. A letra começa com uma série de cenários hipotéticos que ilustram um futuro sombrio caso a destruição da Amazônia continue. A ausência do vento, a falta de matas verdes e a escassez de água são metáforas que simbolizam a devastação ambiental e suas consequências catastróficas.
O artista também aborda a questão das futuras gerações, questionando o que será deixado para os netos e como eles irão se lembrar das matas verdes. A música sugere que o arrependimento não será suficiente para reparar os danos causados, enfatizando a importância de ações imediatas para preservar a floresta. A referência ao Jatobá, uma árvore nativa da Amazônia conhecida por suas propriedades medicinais, destaca a ideia de que a verdadeira riqueza está na natureza e não em bens materiais.
A repetição do refrão "Não queime as matas, nada de fogo, nada de fumaça" serve como um apelo urgente para a proteção da floresta. A música também faz uma crítica aos troféus enfileirados em forma de serras, uma metáfora para a exploração desenfreada e a destruição das árvores. As folhas são descritas como cartas escritas pelos deuses, um presente divino que deve ser respeitado e preservado. A mensagem final é clara: a vida na Amazônia é sagrada e deve ser protegida a todo custo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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