
Maracatu Atômico
Gilberto Gil
Tradição e imaginação em “Maracatu Atômico” de Gilberto Gil
“Maracatu Atômico”, interpretada por Gilberto Gil, destaca-se por unir cenas do cotidiano a imagens fantásticas, criando um ambiente onde o comum e o extraordinário se misturam. O verso “Atrás do arranha-céu tem o céu, tem o céu, e depois tem outro céu sem estrelas” sugere que sempre existe algo além do que é visível, apontando para dimensões ocultas ou mágicas na realidade. Essa ideia se repete em metáforas como “Em cima do guarda-chuva tem a chuva, tem a chuva / Que tem gotas tão lindas que até dá vontade de comê-las”, transformando situações simples em experiências sensoriais e poéticas.
O título “Maracatu Atômico” e a menção ao “maracatu eletrônico” no final da música reforçam a proposta de misturar tradição e modernidade. Gilberto Gil faz referência ao ritmo tradicional do maracatu, mas o associa à energia, inovação e tecnologia, antecipando movimentos que seriam aprofundados por Chico Science & Nação Zumbi em sua regravação. A letra também explora a ideia de múltiplas camadas de significado, como em “No meio da couve-flor tem a flor, tem a flor / Que além de ser uma flor tem sabor”, mostrando que o valor e a beleza podem estar nos detalhes mais simples. Com um tom leve e inventivo, a canção convida o ouvinte a olhar o mundo com curiosidade, celebrando tanto a cultura popular quanto a imaginação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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