
Do Japão
Gilberto Gil
Tecnologia e cultura em "Do Japão" de Gilberto Gil
Em "Do Japão", Gilberto Gil explora a relação entre tecnologia, imaginação e cultura. Logo no início, a ideia de uma “máquina de filmar sonhos” mostra o desejo de transformar experiências subjetivas em algo concreto, usando a tecnologia como ponte entre o mundo interior e o real. Ao mencionar que essa máquina vem do Japão, Gil faz referência ao país como símbolo de inovação tecnológica e tradição, sugerindo que é possível unir criatividade e sensibilidade à tecnologia. O termo “microcomputador barroco” reforça essa fusão, misturando o moderno ao tradicional e mostrando que a tecnologia pode ser usada para criar, sentir e até “desprogramar a dor”.
A música também mistura referências culturais brasileiras e japonesas, como em “trem-bala-de-coco” e “samurai futurista”. O “trem-bala-de-coco” une o transporte rápido japonês ao ritmo brasileiro, enquanto o “samurai futurista” representa a busca por sabedoria em tempos de mudança. A menção à gueixa, que transforma a “queixa” em paixão, sugere abertura para novas experiências e sentimentos, reforçando o encontro entre culturas e a reinvenção pessoal. No final, Gil propõe um mundo alternativo, além das divisões tradicionais, onde a beleza e a leveza – representadas por imagens como “açucena” e “pena do pavão” – celebram a liberdade de sonhar e misturar referências sem fronteiras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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