
Meditação
Gilberto Gil
Reflexão sobre dualidades e autoconhecimento em “Meditação”
A música “Meditação”, de Gilberto Gil, explora de forma clara a busca pelo autoconhecimento e a aceitação das dualidades da vida. Nos versos iniciais, “Dentro de si mesmo / Mesmo que lá fora / Fora de si mesmo / Mesmo que distante”, Gil destaca a tensão entre o mundo interior e o exterior, mostrando que a introspecção pode acontecer em qualquer situação, independentemente do ambiente. O uso da expressão “de si mesmo, ad infinitum” reforça a ideia de que o autoconhecimento é um processo contínuo, sem um fim definido.
Na sequência, a letra aprofunda a reflexão sobre o equilíbrio entre o “tudo” e o “nada”. Ao cantar “Tudo de si mesmo / Mesmo que pra nada / Nada pra si mesmo / Mesmo porque tudo / Sempre acaba sendo / O que era de se esperar”, Gil sugere uma aceitação tranquila do fluxo da vida, reconhecendo que nem sempre há uma relação direta entre esforço e resultado, mas que tudo segue seu curso natural. O arranjo minimalista, com dois violões e efeitos discretos, contribui para a atmosfera contemplativa da canção, incentivando o ouvinte a mergulhar nesse estado de meditação. Vale destacar que, apesar de compartilhar o nome com uma bossa nova famosa, esta “Meditação” é uma composição original de Gilberto Gil, marcada por sua abordagem filosófica e introspectiva, característica do álbum “Refazenda”.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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