
Conciencia
Gilberto Santa Rosa
O conflito entre razão e emoção em “Conciencia” de Gilberto Santa Rosa
Em “Conciencia”, Gilberto Santa Rosa explora o conflito entre o desejo apaixonado e a voz racional da consciência. A letra gira em torno desse embate, deixando claro que, mesmo diante dos avisos internos — “La conciencia me dice, que no la debo querer” (A consciência me diz que não devo amá-la) —, o impulso do coração é mais forte e acaba dominando. O artista descreve como se perde nos “besos” (beijos) e no “deseo” (desejo), mostrando que a paixão pode ser irresistível, mesmo quando a razão alerta para os riscos.
A canção utiliza imagens como “al abismo, dulce y tierno, de sus besos” (ao abismo, doce e terno, de seus beijos) para ilustrar o perigo e a doçura de se entregar ao amor, mesmo sabendo das possíveis dores. O verso “Cuando se aferra un querer al corazón y la conciencia no tiene la razón” (Quando um querer se agarra ao coração e a consciência não tem razão) reforça que, quando o sentimento é intenso, a razão perde espaço e os conselhos deixam de importar. Inspirada nesse dilema universal entre razão e emoção, a música se conecta com muitos ouvintes, o que explica seu sucesso duradouro. No final, a letra sugere que, apesar dos riscos, é impossível evitar se entregar ao amor, transformando o que é difícil em algo belo, com uma mensagem otimista, mas consciente das consequências.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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