
Que negrinha boa
Gildo de Freitas
Rivalidade e humor em "Que negrinha boa" de Gildo de Freitas
Em "Que negrinha boa", Gildo de Freitas mistura humor, afeto e referências ao contexto da música regional gaúcha. A repetida menção ao "artista que anda de olho nela" traz um tom de ciúme leve, mas também serve como uma provocação indireta a Teixeirinha, seu conhecido rival e parceiro de brincadeiras. O verso final, "bater no Teixeirinha", deixa clara essa alusão, funcionando como uma piada interna que remete à relação de amizade e competição entre os dois músicos, muito conhecida pelo público da época.
A letra valoriza o cotidiano simples e o carinho no relacionamento, com gestos como "dou sopinha na tigela" e "lavo os pratos e a panela". Gabriela, descrita como "bem magrinha e bem pretinha, negra boa de costela", é celebrada de forma carinhosa, destacando a linguagem popular e o olhar afetuoso típico do cancioneiro gaúcho. O ciúme, presente na narrativa, é tratado de maneira descontraída, reforçando o clima leve da canção. Ao brincar com a rivalidade e exaltar a companheira, Gildo de Freitas mostra seu estilo espontâneo e bem-humorado, tornando a música um retrato fiel de sua personalidade e do ambiente musical em que estava inserido.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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