
Dois Poderes
Gildo de Freitas
Humor e dualidade em "Dois Poderes" de Gildo de Freitas
A música "Dois Poderes", de Gildo de Freitas, aborda a rivalidade entre Deus e o Diabo de maneira leve e bem-humorada, utilizando exemplos do cotidiano e da natureza para ilustrar essa disputa. O contraste entre as criações de cada um é apresentado de forma direta: "Deus fez a beleza, a alegria e o carinho", enquanto "o Diabo fez a feiura, a tristeza e a maldade". Metáforas simples, como "Deus fez a flor pra enfeite, o Diabo fez o espinho", mostram que para cada coisa boa existe um contraponto negativo, sempre com o humor popular característico do artista.
O contexto cultural de Gildo de Freitas, marcado pelo improviso e pelo tradicionalismo gaúcho, aparece na forma descontraída com que ele trata temas profundos como o bem e o mal. A referência à cobra, que "anda de arrasto no chão" porque Deus não permitiu que tivesse pernas e braços, faz alusão à narrativa bíblica, mas é contada de maneira acessível e irônica. No final, a música brinca com a origem das mulheres, sugerindo que, independentemente de serem obra de Deus ou do Diabo, são "a obra mais perfeita". Essa conclusão reforça o tom espirituoso da canção e valoriza a figura feminina de forma elogiosa e divertida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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