
Historia dos Passarinhos
Gildo de Freitas
Liberdade e empatia em "Historia dos Passarinhos" de Gildo de Freitas
"Historia dos Passarinhos", de Gildo de Freitas, transforma uma cena simples de observação da natureza em uma crítica social sobre liberdade e empatia. O narrador se identifica com o canarinho preso ao lembrar de sua própria experiência de encarceramento, mostrando que o sofrimento causado pela privação da liberdade é algo universal, tanto para humanos quanto para animais.
A letra traz imagens do cotidiano rural, como a figueira cheia de ninhos e os passarinhos alimentando seus filhotes, para valorizar a vida livre. Quando o "negro velho" aparece com o "negrinho" e a gaiola, a narrativa ganha um tom de denúncia: o canarinho, antes livre, agora canta triste, "parece até que dizia / É triste eu viver sozinho". O próprio Gildo de Freitas se inspirou em sua passagem pela prisão, o que dá ainda mais peso ao trecho "O que tu estava sofrendo / Eu já sofri na prisão". Ao libertar o passarinho, o narrador não só faz justiça ao animal, mas também expressa seu desejo de redenção e liberdade.
No final, a música faz um apelo direto: "Quem vai caçar de gaiola / Pra ver os bichos na grade / Deveria ser punido / Pelas mesma autoridade". Gildo de Freitas critica abertamente a prática de aprisionar animais, defendendo que todos têm direito à liberdade. A canção mistura emoção, memória e crítica social, usando a simplicidade do cotidiano para transmitir uma mensagem universal de respeito e compaixão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Gildo de Freitas e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: