
Baile do Chico Torto
Gildo de Freitas
Humor e cultura gaúcha em “Baile do Chico Torto”
"Baile do Chico Torto", de Gildo de Freitas, utiliza a ironia para transformar um ambiente de violência e confusão em uma narrativa divertida e caricata, característica marcante do artista. O exagero proposital, como na frase “um morto na frente” logo na chegada ao baile, e a naturalidade com que o narrador encara a situação, servem para satirizar os bailes do interior do Rio Grande do Sul. Nessas festas, brigas e rivalidades eram comuns, mas aqui são levadas ao extremo para entreter o público.
A música também reflete a rivalidade amistosa entre Gildo de Freitas e Teixeirinha, funcionando como uma espécie de desafio bem-humorado entre os dois. A letra traz expressões regionais e situações típicas do universo gaúcho, como “paguei a entrada e dancei que fiquei corcundo” e “prendi no facão por cima e parti a gaita no meio”, misturando valentia, música e festa. O baile, que deveria ser um momento de lazer, vira palco de confusões, mas tudo é contado com leveza, como se fosse parte da diversão. No final, o verso “baile bom cento por cento só se vê no Chico Torto” reforça que, apesar do tumulto, esses eventos são lembrados com carinho e humor, celebrando a cultura popular gaúcha de forma descontraída e irreverente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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