
Último Pedido
Gildo de Freitas
Tradição e despedida gaúcha em “Último Pedido” de Gildo de Freitas
Em “Último Pedido”, Gildo de Freitas expressa seu profundo vínculo com a terra e a cultura gaúcha ao desejar ser enterrado em seu próprio potreiro, cercado por cavalos e pelo campo. Esse pedido revela não só o apego ao ambiente rural, mas também uma recusa aos rituais urbanos, reforçando a importância da vida campeira em sua identidade. Ao pedir que "não é preciso haver choro" e sugerir música, bebida e trova de índios durante o velório, o artista propõe que a morte seja encarada como uma celebração da vida e das tradições, e não como um momento de tristeza.
A letra funciona como um manifesto de orgulho regional. Detalhes como a cavalaria acompanhando o cortejo, a sanfona tocando, os amigos pilchados e a bandeira do Rio Grande envolvendo o caixão reforçam a valorização dos costumes gaúchos. O letreiro na cruz, "Aqui descansa um gaúcho que honrou a tradição", resume o desejo de Gildo de Freitas de ser lembrado como alguém fiel às suas raízes. Assim, a música transforma a despedida em um ato de afirmação cultural, mostrando que, para o artista, a tradição deve ser celebrada até o fim da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Gildo de Freitas e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: