
Dr. Psiquiatra
Gloria Trevi
Rebeldia e crítica social em “Dr. Psiquiatra” de Gloria Trevi
Em “Dr. Psiquiatra”, Gloria Trevi desafia abertamente a autoridade e os padrões sociais impostos à juventude, especialmente às mulheres. A artista recusa o rótulo de "louca" e, com ironia, questiona o papel do psiquiatra como representante de uma sociedade que prefere reprimir ou medicalizar comportamentos considerados fora do padrão. O verso “No estoy loca, sólo estoy desesperada” (“Não estou louca, só estou desesperada”) deixa claro que o problema da protagonista não é um distúrbio mental, mas sim a opressão e a falta de liberdade vividas em casa e na escola. Trevi já declarou que a música nasceu de sua própria experiência de ser rotulada e incompreendida, tornando a canção um grito por autonomia e autenticidade.
A letra traz irreverência e sarcasmo, como em “Doctor psiquiatra, ya no me diga tonterías” (“Doutor psiquiatra, não me diga mais bobagens”) e “ya no me mire más las piernas” (“não olhe mais para as minhas pernas”), criticando tanto o machismo quanto a objetificação feminina. As referências a “Julieta” e à “loba” na lua cheia brincam com imagens de paixão e rebeldia, reforçando a recusa da protagonista em ser domada ou encaixada em rótulos. O refrão repetitivo, a energia da música e a performance provocadora de Trevi transformam “Dr. Psiquiatra” em um símbolo de resistência juvenil e contestação aos limites impostos pela família, escola e sociedade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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