
Espelho Meu
GNR
Reflexão irônica sobre identidade em “Espelho Meu” do GNR
Em “Espelho Meu”, do GNR, a repetição da frase “perguntem ao meu espelho” destaca uma ironia sobre a busca por validação e autoconhecimento. O espelho, tradicionalmente símbolo de autoanálise, aqui assume um papel sarcástico: em vez de trazer respostas sinceras, ele reflete inseguranças, vaidades e o autoengano de quem o consulta. Isso aparece em versos como “A felicidade é estúpida e só nós o sabemos” e “Nós somos inteligentes para conhecer a verdade”, que expõem uma postura de superioridade e autossuficiência, mas também revelam a fragilidade dessas certezas.
O contexto do início dos anos 80, quando o GNR ainda estava em formação e experimentava influências do pós-punk e new wave, reforça o tom crítico e inovador da letra. A música brinca com a ideia de que todos julgam e opinam sobre os outros, mas ninguém escapa do autojulgamento e do autoengano. O espelho, nesse cenário, é cúmplice e testemunha da construção de uma identidade que oscila entre arrogância e dúvida, refletindo tanto o individualismo da época quanto uma crítica à superficialidade das certezas pessoais. “Espelho Meu” se destaca como um comentário mordaz sobre vaidade e a busca por sentido em meio à confusão das próprias percepções.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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