
Dunas
GNR
Juventude e liberdade nas memórias de “Dunas” do Gnr
Em “Dunas”, do Gnr, a praia é retratada como um espaço de intimidade e descoberta juvenil. As dunas são comparadas a “divãs” e “biombos indiscretos de alcatrão sujo”, o que traz um tom irônico e próximo, transformando o cenário natural em um lugar de confidências e experiências marcantes. Metáforas como “bebemos dos lábios, refrescos gelados” sugerem momentos de prazer simples e cumplicidade, típicos de um verão despreocupado. Já a frase “palavras a mais na idade dos porquê” reforça o espírito curioso e experimental da juventude, quando tudo é novidade e questionamento.
A música, considerada um hino adolescente em Portugal nos anos 80 e 90, carrega um tom nostálgico e descontraído. Imagens como “sacos cama salgados” e “garrafas de óleo boiando vazias nas ondas da manhã” evocam lembranças de noites na praia, misturando inocência e rebeldia. A menção a cenas “em câmera lenta como na TV” sugere a idealização desses momentos, como se fossem eternizados em lembranças ou filmes. Além disso, a polêmica em torno de um dos videoclipes, que mostrava um romance entre dois jovens do mesmo sexo, amplia o significado da música, mostrando as dunas como um refúgio para diferentes formas de afeto e liberdade de expressão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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