
Campos Amados de Coromandel
Goiá
Saudade e raízes em "Campos Amados de Coromandel" de Goiá
"Campos Amados de Coromandel", de Goiá, explora a saudade de quem deixou o interior de Minas Gerais para viver na cidade grande. A música mostra como as lembranças das tradições e da vida simples de Coromandel servem de consolo diante das dificuldades e da solidão urbana. No trecho “Na melancolia da grande cidade / O que ameniza o meu dissabor / É a doce lembrança da simplicidade / Dos meus conterrâneos aos quais tenho amor”, Goiá deixa claro que a nostalgia é o que suaviza o sofrimento causado pela distância da terra natal.
A letra destaca elementos culturais marcantes, como Festas de Reis, congadas, catiras e danças típicas, além de imagens como “moças usavam cabelos de tranças” e “casais de velhos de falas tão mansas”. Essas referências são homenagens à cultura do interior mineiro, que Goiá teme estar desaparecendo: “A vida de hoje vai se transformando / As coisas tão lindas que estou recordando / Na noite dos tempos estão se apagando / Daqui a alguns anos não existem mais”. A menção à “torre da 'Grande Babel'” simboliza a confusão e o distanciamento cultural da cidade grande, em contraste com o aconchego do interior. O desejo de “andar abraçado com quem eu adoro / Nos campos amados de Coromandel” resume o anseio por reencontrar não só o lugar, mas também o sentimento de pertencimento e afeto que só a terra natal oferece.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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