
Flor do Lodo
Goiá
Desilusão e aceitação em "Flor do Lodo" de Goiá
A música "Flor do Lodo", de Goiá, utiliza a metáfora da flor que nasce no lodo para retratar uma mulher cuja beleza e singularidade se destacam mesmo em meio a um ambiente considerado moralmente duvidoso. A comparação remete à flor de lótus, que floresce em meio à lama, mas aqui ganha um tom ambíguo: ao mesmo tempo em que reconhece a beleza da mulher, o narrador também aponta seu envolvimento com a boemia e um estilo de vida visto como "lama". O verso “Da lama tu fizeste tua morada / E eu quase cai nela também” mostra claramente o conflito do narrador, que sente a necessidade de se afastar desse ambiente para não se perder.
A letra tem um tom melancólico e direto, expressando a dor da despedida e a aceitação de que não é possível mudar a essência da mulher amada. Quando o narrador diz “Não se muda o formato de uma flor / Tens a sina de vender falsos carinhos / Não nasceste para ter um só amor!”, ele reconhece que ela está presa a relações passageiras e não pode ser transformada. A referência à "mariposa" reforça a ideia de alguém atraído por experiências efêmeras, enquanto o narrador decide seguir em frente, buscando um novo caminho longe desse ciclo de sofrimento. Assim, "Flor do Lodo" aborda temas como desilusão, aceitação e a difícil decisão de romper com um amor impossível de mudar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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