
Moondog
Golpe de Estado
Violência urbana e corrupção em "Moondog" do Golpe de Estado
A música "Moondog" do Golpe de Estado apresenta um retrato direto e sombrio de um personagem urbano envolvido em violência e corrupção, sugerindo que ele é um policial civil ligado a uma "pesada e podre organização". O verso “Part time, polícia civil / De suas mortes ninguém sabe, ninguém viu” destaca a impunidade e os crimes cometidos nas sombras, refletindo uma crítica à realidade de muitos centros urbanos brasileiros. A letra explora a dualidade do personagem, mostrando como sua "mentira tem um tanto de verdade" e sua "inocência é a mais pura maldade", evidenciando a confusão entre certo e errado em ambientes corrompidos.
O refrão, com o apelo “Moondog, não faz isso não!”, transmite desespero e impotência diante da violência constante. A imagem final do personagem sendo "triturado por um trem da Fepasa" sugere um fim brutal e inevitável para quem vive à margem da lei. O nome "Moondog" pode remeter ao músico americano homônimo, conhecido por seu estilo excêntrico e vida marginalizada, mas aqui funciona como símbolo de alguém excluído da sociedade, cujos "uivos" persistem mesmo após a morte. Assim, a música utiliza a figura de Moondog para criticar a corrupção, a violência policial e a desumanização nas grandes cidades, mantendo um tom cru e realista.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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