
Samba-Enredo 1977 - O Mundo de Barro de Mestre Vitalino
GRES Império da Tijuca
A celebração do Nordeste em “Samba-Enredo 1977 - O Mundo de Barro de Mestre Vitalino”
“Samba-Enredo 1977 - O Mundo de Barro de Mestre Vitalino”, da GRES Império da Tijuca, homenageia o ceramista Mestre Vitalino, destacando como ele transformou o barro em arte que retrata o cotidiano e as tradições do Nordeste. A letra cita personagens como “grupo de bravos soldados, camponês e lenhador, boiadeiros e rendeiras, Lampião e seu amor, o caçador com seu cão”, representando as figuras que Vitalino modelava e celebrando a diversidade cultural da região. O verso “poeta no sentido figurado / de uma simplicidade sem igual” reconhece o artista como alguém que, mesmo sem palavras, transmitia histórias e emoções por meio de suas esculturas.
O samba-enredo também destaca o impacto social e cultural do trabalho de Vitalino, especialmente ao mencionar “tudo isso lá na feira / é louça de brincadeira / feita de barro-tauá”, remetendo às feiras nordestinas onde suas peças eram vendidas e admiradas por pessoas de todas as idades. A referência ao “folguedo do maracatu” e à internacionalização do artista mostra como a obra de Vitalino está ligada às festas populares e ao reconhecimento internacional, com exposições no Rio de Janeiro e na Suíça. Assim, a música celebra não só o legado do ceramista, mas também a força e o orgulho da cultura popular nordestina, transmitidos por meio de imagens simples e acessíveis.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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