
Maria Fumaça
Grupo Tradição
Humor e crítica social em “Maria Fumaça” do Grupo Tradição
“Maria Fumaça”, do Grupo Tradição, transforma a ansiedade de um noivo atrasado para o próprio casamento em uma narrativa leve e divertida. A música usa o humor para retratar a lentidão dos antigos trens a vapor, conhecidos como “Maria Fumaça”, com versos como “essa Maria fumaça, devagar, quase parada” e comparações engraçadas, como “uma carroça, um jabuti com chaminé”. Essas imagens reforçam a crítica bem-humorada ao transporte ferroviário antigo e fazem referência ao cotidiano do interior brasileiro, aproximando a canção da cultura regional.
O Grupo Tradição mistura elementos tradicionais com uma abordagem contemporânea, tornando a história do noivo ainda mais envolvente. O protagonista teme perder não só a noiva, mas também o jantar, e ironiza ao dizer que a moça “não é nenhuma miss, mas é prendada e me faz feliz”. O interesse pelo casamento é tratado de forma cômica, especialmente ao mencionar que “não é que eu seja interesseiro, eu sei que é bom e aconselhável unir o útil ao agradável”, referindo-se ao sogro “próspero fazendeiro”. A letra também satiriza o caos dos passageiros do trem, com frases como “urinaram no carvão”, “entupiram a lotação” e “já me passaram a mão”, criando um retrato divertido das viagens de trem no Brasil. O final, ao responsabilizar a RFFSA caso o casamento não aconteça, reforça a crítica social, mas sempre com leveza, mostrando como o Grupo Tradição transforma pequenas tragédias cotidianas em festa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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