
Baile de Máscaras
Guilherme Arantes
Relações e superação emocional em “Baile de Máscaras”
Em “Baile de Máscaras”, Guilherme Arantes utiliza o cenário de um baile mascarado para explorar temas de anonimato, libertação emocional e reencontro. O ambiente do baile, marcado pelo mistério das máscaras, permite que os personagens deixem de lado suas inseguranças e dores, criando espaço para que sentimentos verdadeiros venham à tona. Inspirado por experiências pessoais, Arantes retrata dois amigos solitários que, ao se encontrarem e dançarem juntos, rompem o ciclo de solidão e vivenciam uma transformação afetiva intensa.
A letra destaca figuras tradicionais como “Colombina e Pierrô / Cansados de procurarem / Cada qual seu par”, sugerindo que ambos já buscaram companhia em outros momentos, mas só ali encontram acolhimento mútuo. A narrativa evolui do consolo à paixão, mostrando a superação de memórias tristes e a redescoberta do amor. O trecho “não se apartaram / Como seria o costumeiro e habitual” indica que, ao contrário dos encontros passageiros típicos desses eventos, a conexão entre eles é profunda e duradoura. Já o verso “Lavaram as almas / De tristes memórias / Na água dos prantos” reforça a ideia de cura emocional, onde o romance serve como redenção para as dores do passado. Assim, “Baile de Máscaras” fala sobre reencontros, entrega e esperança de recomeço, trazendo uma atmosfera nostálgica e acolhedora.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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