
No Invernadão Das Poliangas
Guto Gonzalez
Orgulho e liberdade rural em "No Invernadão Das Poliangas"
"No Invernadão Das Poliangas", de Guto Gonzalez, retrata a forte ligação entre o peão gaúcho, a vida no campo e o gado. O verso “Mas me acho livre igual ao berro do touro / Que ecoa longe no invernadão das poleangas” expressa o sentimento de liberdade e pertencimento, comparando a autonomia do peão à força do touro, símbolo de vigor no ambiente rural.
A letra traz cenas do cotidiano, como “clareava o dia e eu de a cavalo” e “costeio a sanga e cruzo no passo do meio”, mostrando a rotina e a conexão com a natureza. Guto Gonzalez, junto de Rogério Villagran, valoriza a cultura tradicionalista do Rio Grande do Sul, destacando o orgulho de ser “peão de estância” e o respeito às tarefas do campo. Frases como “levo por desaforo se ficar algum nas macegas” evidenciam o compromisso do trabalhador rural, enquanto “não é brinquedo lida com gado de cria” reconhece as dificuldades e a importância desse trabalho.
A música vai além da descrição do trabalho rural: ela celebra a identidade gaúcha, a dignidade do peão e a beleza da vida no campo. O “invernadão das poleangas” representa esse universo, onde liberdade, tradição e orgulho se unem, aproximando o ouvinte da experiência autêntica do sul do Brasil.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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