
Bobo Fui Eu
Henrique & Juliano
Fim do triângulo em "Bobo Fui Eu": limite e decisão clara
Em "Bobo Fui Eu", o golpe central não é a traição, e sim admitir que o erro foi sustentar uma esperança impossível. O refrão "Bobo fui eu" funciona como confissão e corte: ele para de competir e devolve a responsabilidade a quem manteve o triângulo. A letra expõe a dinâmica: "não me assume / mas também não abre mão", prendendo o eu lírico à indecisão dela. Ao dizer "que pensei que você deixaria esse cara", ele reconhece a ilusão que alimentou; já "é você que não teve vergonha na cara" marca o momento em que a mágoa vira limite. Os pedidos "senta aqui" e "só me escute agora" deixam claro que é uma conversa final, sem volta.
As imagens "me enfeitiçou / me enganou, abusou" apontam para sedução e aproveitamento emocional — não feitiço literal, mas manipulação afetiva — até que ele percebe o jogo e encerra: "Volta pra ele / Esquece de tudo / Chegamos ao fim". Isso dialoga com o sertanejo romântico de Henrique & Juliano, conhecido por dar voz a rompimentos com franqueza emotiva. A participação autoral de Zé Neto & Cristiano ajuda a entender o tom direto e ressentido, típico de histórias atravessadas por promessas não cumpridas e escolhas adiadas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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