
RASTEIRA / CULPADOS
Henrique & Juliano
Exposição e dor no término em “RASTEIRA / CULPADOS”
Em “RASTEIRA / CULPADOS”, Henrique & Juliano abordam o fim de um relacionamento sob o olhar da exposição pública, comparando sua situação ao término de celebridades. Logo no início, o verso “A gente tá parecendo fim de namoro de artista / Toda hora vem um chato me enchendo de porquê” mostra como a curiosidade e o julgamento das pessoas ao redor aumentam o sofrimento de quem já está fragilizado. O narrador se sente invadido, como se sua vida amorosa fosse um espetáculo, o que reforça o incômodo de lidar com a pressão social em momentos delicados. Essa abordagem está alinhada ao projeto “Manifesto Musical”, no qual a dupla busca retratar emoções reais e situações cotidianas, aproximando o público de experiências comuns, mas muitas vezes pouco discutidas.
A metáfora da “rasteira” é fundamental para entender o sentimento de injustiça e traição presente na música. No trecho “Os tombo ninguém nunca vê / E a rasteira quem deu foi você”, fica claro que, enquanto todos notam apenas o sofrimento visível do narrador, como o consumo de álcool, ninguém percebe o impacto emocional e o golpe inesperado que ele sofreu. A “rasteira” representa não só a traição, mas também a surpresa e a sensação de abandono sem explicação. Assim, a música destaca a dificuldade de superar o término diante da falta de empatia e do julgamento externo, mostrando que a dor verdadeira muitas vezes passa despercebida por quem está de fora.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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