
Hino de Paramoti
Hinos de Cidades
“Hino de Paramoti” e a fé que molda a Cidade da Paz
O “Hino de Paramoti” transforma a ideia de “luta” em um gesto pacífico ao afirmar que a união é “uma arma”, destacando a força coletiva como base do município. A virada histórica aparece em “Hoje não és a vila de Sant’Ana”, sinalizando a passagem de um núcleo antigo para uma cidade renovada, ainda sustentada pela fé. A natureza é fonte de identidade: “Às margens de um rio tu nasceste/ como água e pureza tu cresceste” cria um elo entre origem e limpidez, reforçado por “inundando essas terras férteis”. Esse cenário se traduz em valores práticos, como “humildade e trabalho”, apresentados como motores da “grandeza”, e no ideal de convivência que define um “povo de paz, fé e beleza”.
O refrão consolida o título de “Cidade da Paz” e reafirma pertencimento em “Nós te amamos...”. As referências históricas conectam religiosidade e progresso: “Gonçalo Soares te ergueu, o maior símbolo da fé” remete à figura que, segundo registros locais, ergueu marcos de devoção; “Frei Diogo que te abençoou” associa liderança religiosa às conquistas celebradas. A padroeira reaparece no contraste com a antiga “vila de Sant’Ana” e na promessa “por Santa Ana serás sempre abençoada”, que sustenta a continuidade espiritual. Ao mencionar “Igrejas” e “praças” como “leitos” que acolhem visitantes, e os “raios brilhantes” que a cidade leva a todos, o hino resume hospitalidade, luz e difusão de valores. Paz, fé e trabalho surgem como pilares permanentes da identidade paramotiense.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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