
Bota Pra Virar
Igor Kannário
Identidade e celebração comunitária em “Bota Pra Virar”
“Bota Pra Virar”, de Igor Kannário, valoriza a música como ferramenta de expressão coletiva e resistência nas comunidades urbanas. O refrão “A gente traz swing pro povo / O balanço que a favela gosta / O groove que toma seu corpo / Que representa a voz do maloka” destaca como o ritmo e a dança unem a favela, fortalecendo a identidade e o orgulho de quem vive nesses espaços. O termo “maloka” é usado de forma positiva, representando o povo da periferia que encontra na música um meio de afirmação e diversão.
O convite para “botar pra virar” funciona como um chamado para se soltar, curtir o momento e esquecer as preocupações, algo típico do axé baiano e das festas populares. A letra valoriza a espontaneidade e a liberdade de se expressar, como em “Quem não sabe dançar se balança / O importante é se expressar”, mostrando que o essencial é participar e sentir a energia coletiva. O contexto do lançamento, ligado ao DVD “Bem-vindo à minha quebrada” e à gravação no Parque de Exposições de Salvador, reforça o compromisso de Igor Kannário em exaltar suas raízes e transformar a música em um espaço de celebração da comunidade. Assim, a canção conecta o público ao ambiente das ruas e festas da Bahia, promovendo inclusão e alegria.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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