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Monark Enferrujada

Igor Kannário

Resistência e sonhos na periferia em “Monark” de Igor Kannário

Em “Monark”, Igor Kannário utiliza a imagem do "maluco" andando pela quebrada com uma "Monark enferrujada" para retratar a persistência dos sonhos mesmo diante da precariedade. A bicicleta Monark, muito presente nas periferias brasileiras, simboliza a infância, a mobilidade e a luta diária de quem, apesar das dificuldades, não desiste de seguir em frente. A letra ressalta a realidade de quem vive com pouco, como no verso “Onde ter muito é ter quase nada”, mostrando que, mesmo com recursos limitados, a esperança de melhorar de vida permanece viva.

O trecho “Papo de virar Bangú sem deixar cair” fala sobre a busca por ascensão social sem perder a dignidade, enquanto “se cair levanta” destaca a resiliência das comunidades periféricas. A comparação da rua com uma selva e do personagem com um leão, em “Quando eu balanço a minha juba não é em vão”, reforça o orgulho e a coragem de quem enfrenta adversidades diariamente. A expressão “Entendedores entenderão” mostra que certos códigos e vivências só são compreendidos por quem vive essa realidade, criando uma conexão direta com o público das periferias. Apesar do título também remeter ao nome de um ex-apresentador polêmico, a música não faz referência a ele, focando apenas na simbologia da bicicleta e na resistência de quem segue pedalando, mesmo com a vida "desequilibrada".

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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