
Deusa do Ébano II
Ilê Aiyê
Orgulho e resistência negra em “Deusa do Ébano II”
“Deusa do Ébano II”, do Ilê Aiyê, é uma homenagem à mulher negra, destacando sua beleza, força e importância cultural. A letra valoriza a identidade negra ao afirmar que a cultura está “escrita no seu corpo nu”, mostrando que essa herança é visível, motivo de orgulho e parte essencial da existência. O termo “Curuzu” faz referência ao bairro de origem do Ilê Aiyê, reforçando o vínculo com a ancestralidade e o orgulho territorial que marcam a trajetória do bloco.
A canção também aborda a admiração e o desejo por essa figura feminina, como no verso “Pedi um beijo e você me negou”, que sugere tanto um amor idealizado quanto respeito e reverência. Os versos “A minha vida é batida forte / Tambores soam no Ilê Aiyê” conectam a experiência individual à coletividade, usando os tambores como símbolo da cultura afro-brasileira e da resistência. O refrão, ao repetir “liberdade Ilê Aiyê / Sonho lindo Curuzu”, transforma a celebração do corpo e da cultura negra em um ato de resistência e afirmação, mostrando que a busca por liberdade e reconhecimento é coletiva e contínua.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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