
Charles Ilê (part. Carlinhos Brown)
Ilê Aiyê
Identidade e ancestralidade em “Charles Ilê (part. Carlinhos Brown)”
Em “Charles Ilê (part. Carlinhos Brown)”, o Ilê Aiyê constrói uma homenagem à ancestralidade e à força da cultura afro-brasileira. A saudação “Salamaleico, Charles” faz referência à influência de tradições africanas e islâmicas presentes na Bahia, mostrando o sincretismo que marca a identidade do povo negro local. A presença de Ogum, orixá guerreiro, e a expressão “Bença, vovó” reforçam a importância da proteção espiritual e do respeito aos mais velhos, pilares fundamentais para o Ilê Aiyê e para a valorização da herança africana.
A letra destaca o orgulho e a beleza da negritude em versos como “Negra é a luz” e “Beleza negra”, celebrando as raízes africanas e a resistência do povo negro. O trecho “O barro preto levanta” funciona como uma metáfora para a ascensão e a força da comunidade afrodescendente, que se ergue a partir de suas origens. A repetição de “Salamaleico” simboliza o desejo de paz e respeito entre as comunidades, enquanto a menção a “Charles” pode ser entendida tanto como homenagem a figuras importantes da cultura negra quanto como representação coletiva do povo afrodescendente. A participação de Carlinhos Brown reforça o clima de celebração, união e afirmação da identidade negra, transmitindo orgulho, espiritualidade e respeito às tradições.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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