
Negrice Cristal (viva O Rei)
Ilê Aiyê
O orgulho ancestral em "Negrice Cristal (viva O Rei)" do Ilê Aiyê
"Negrice Cristal (viva O Rei)", do Ilê Aiyê, destaca a importância de Osei Tutu, fundador do Império Ashanti, como símbolo de orgulho e resistência para a identidade negra brasileira. Ao citar diretamente "Viva o rei Osei Tutu" e "Ashanti a cantar", a música faz uma ponte entre a história africana e a cultura afro-brasileira, ressaltando a influência do povo Ashanti em várias regiões da África Ocidental. Essa conexão reforça o compromisso do Ilê Aiyê, desde sua origem no Curuzu, Salvador, em valorizar e celebrar as raízes africanas.
A expressão "Negrice cristal" sugere que a negritude é algo valioso e puro, digno de respeito e celebração, em oposição aos estigmas históricos. O verso "Liberdade, curuzu" liga a herança africana à vivência da comunidade negra em Salvador, destacando o Ilê Aiyê como símbolo de resistência e afirmação cultural. Ao mencionar países como Togo, Daomé e Costa do Marfim, a música amplia o reconhecimento da influência Ashanti, mostrando que a cultura afro-brasileira é fruto de uma herança africana diversa e rica. A produção assinada por Gilberto Gil e Liminha reforça a força dessa mensagem, dando ainda mais visibilidade à luta e ao orgulho negro promovidos pelo Ilê Aiyê.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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