
Samba Enredo 1997 - Eu Sou da Lira Não Posso Negar
G.R.E.S. Imperatriz Leopoldinense (RJ)
Chiquinha Gonzaga e o legado no samba “Samba Enredo 1997 - Eu Sou da Lira Não Posso Negar”
O samba-enredo “Samba Enredo 1997 - Eu Sou da Lira Não Posso Negar”, da G.R.E.S. Imperatriz Leopoldinense, presta uma homenagem marcante à compositora Chiquinha Gonzaga. O verso “Eu sou da lira, não posso negar” destaca o orgulho de pertencer ao universo musical e carnavalesco, remetendo tanto ao instrumento musical quanto à tradição dos blocos de carnaval. A escolha desse refrão reforça a ligação de Chiquinha com a música e sua postura pioneira, celebrando sua influência na construção da identidade cultural do Rio de Janeiro e do próprio carnaval.
A letra valoriza o papel inovador de Chiquinha Gonzaga ao mencionar sua relação com o maxixe e ao perguntar ao “piano” quem é a “pioneira” e a “maxixeira”, reconhecendo sua importância como mulher à frente do seu tempo. Referências como “solta os grilhões” e à música “Corta Jaca” evocam sua luta pela liberdade, tanto na abolição da escravatura quanto na defesa dos direitos das mulheres. O samba transforma o desfile em uma grande festa popular, como mostra o verso “Imperatriz fazendo um baile pra você”, celebrando a trajetória e o legado de Chiquinha Gonzaga de forma alegre e vibrante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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