
Madrugador
Ita Cunha
Orgulho e identidade rural em “Madrugador” de Ita Cunha
A música “Madrugador”, de Ita Cunha, destaca o orgulho e a dignidade do trabalhador rural gaúcho, valorizando o esforço diário e a forte ligação com a terra. A letra vai além da simples rotina de acordar cedo, transformando esse hábito em um ritual que reforça a identidade e o pertencimento do personagem à cultura gaúcha. O trecho “Sempre fui madrugador, mateio antes do dia / Pois quando o galo anuncia já ando até de tirador” mostra como o ato de tomar mate antes do amanhecer e estar pronto para o trabalho ao cantar do galo são símbolos de disciplina e respeito às tradições locais.
O reconhecimento da música no festival Coxilha Nativista reforça seu papel como retrato fiel do cotidiano rural. Imagens como “quando a manhã se rebolca no serenal do potreiro” e “cheiro de garra e galpão, fogo de chão, yerba buena” evocam não só o ambiente físico, mas também o sentimento de pertencimento e a espiritualidade do campo. A frase “Deus ajuda quem madruga e eu tenho fé, sim senhor” resume a importância do trabalho aliado à fé, enquanto “quem salta cedo do catre tem mais um ganho na lida” valoriza a sabedoria popular de que o esforço traz recompensas. Ao afirmar ser “meio bicho, meio gente”, a música ressalta a adaptação à natureza sem perder a humanidade e os valores do trabalhador rural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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