
Potrilho, Potro e Pingaço
Ita Cunha
Crescimento e tradição gaúcha em “Potrilho, Potro e Pingaço”
A música “Potrilho, Potro e Pingaço”, de Ita Cunha, retrata o amadurecimento no universo rural gaúcho usando a trajetória de um cavalo como metáfora. Desde o nascimento até a vida adulta, o animal representa as diferentes fases de crescimento e os desafios enfrentados por quem vive no campo. Termos como “clinera de algodão” (crina branca) e “pelagem ruana” (coloração do animal) reforçam a ligação da letra com a tradição campeira do Rio Grande do Sul, trazendo autenticidade à narrativa.
A canção destaca práticas típicas da cultura local, como nas linhas “corri penca com a cadente pra saber o mais ligeiro”, que faz referência às corridas de cavalo e simboliza a busca por superação e reconhecimento desde cedo. O processo de doma e trabalho é descrito de forma direta, evidenciando a dureza do cotidiano rural: “Aqui nestes cafundós é bocal, garra e chilenas / Não se sabe o que é ter pena, não se sabe o que é ter dó”. Os instrumentos citados são essenciais no manejo dos cavalos, e a ausência de sentimentalismo ressalta a necessidade de força e resistência, tanto para o animal quanto para o homem do campo. Assim, o ciclo de crescimento do cavalo reflete a formação do caráter e da identidade campeira, mostrando que cada etapa – do potrilho ao potro, até o “pingaço” – representa aprendizado, luta e adaptação à vida simples, porém significativa, do interior.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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