
Como Tem Zé Na Paraíba
Jackson do Pandeiro
Humor e identidade paraibana em “Como Tem Zé Na Paraíba”
“Como Tem Zé Na Paraíba”, de Jackson do Pandeiro, destaca-se pelo humor ao abordar a popularidade do nome "Zé" na Paraíba. O próprio Jackson, chamado José, se inclui na brincadeira, tornando a música ainda mais próxima do público. Ele utiliza versos como “Zé de baixo, Zé de riba” e “Só de Zé tem uns 100 na Prefeitura / Outros 100 no comércio tem de Zé” para exagerar de forma divertida a quantidade de pessoas com esse nome, reforçando o senso de comunidade e identidade local.
A canção também se apoia em expressões populares, como “desconjuro”, e em situações do cotidiano, como a confusão no forró de Cajazeira, para criar um clima descontraído. Um dos momentos mais marcantes é quando um bêbado xinga a mãe de um Zé e acaba ofendendo quase todos, já que muitos se chamam assim. No final, Jackson revela “Mas o diabo é que eu me chamo Zé, tá!”, mostrando sua capacidade de rir de si mesmo e de sua cultura.
O contexto histórico é fundamental: Jackson do Pandeiro, um dos grandes nomes da música nordestina, transforma a brincadeira sobre o nome “Zé” em símbolo de identidade e pertencimento. A música celebra o cotidiano paraibano e homenageia o humor e a simplicidade do povo nordestino, tornando-se um clássico que atravessa gerações.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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