Exibições da letra 1.089

Era o zé brigão o rei da confusão
Aonde ele chegava sempre dava alteração
E não temia ninguém. Ah, seu ninguém!
Ultimamente ele fez uma quizumba lá no morro do urubu

Fazendo a raça beber sem querer e a comer peixe cru
O zé que se dizia uma parada dura
Sempre marcando um 38 na cintura
Desordeiro pra chuchu

Pois ao zé brigão ninguém metia medo
Diz que quando ele cismava apertava o dedo
Era mais um que ia pro caju
Ontem o zé brigão foi a favela do esqueleto

Ao chegar deparou-se com um preto
Um tal de negrão, também valentão
Negrão, ali também estava de zonzeira
E gritou dessa maneira pro zé brigão

Hoje aqui ninguém vai dar fricote
Você vai dar o pinote que eu quero ficar só! Só!
O zé brigão achou aquilo duro
Quando quis puxar o fogo já estava seguro
E acabou fechando o paletó

Composição: Maruim. Essa informação está errada? Nos avise.
Enviada por Alexandre. Revisões por 2 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.

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