A Moda Do Genro
Jaco e Jacozito
Conflitos de gerações e humor em "A Moda Do Genro"
"A Moda Do Genro", de Jaco e Jacozito, utiliza o humor para retratar o desconforto de um pai diante do comportamento do genro, evidenciando o choque entre valores tradicionais e as mudanças sociais recentes. O pai, que criou a filha "na maior das mordomia", se vê diante de um genro que representa tudo o que ele considera inadequado: visual moderno, como brinco na orelha e "rabinho no cabelo", além de uma postura descompromissada com trabalho e família. Expressões como "leva um jeitão de bicha" e "meu genro é um vagabundo" reforçam o tom crítico e caricato, típico do humor sertanejo, mas também expõem o preconceito e a dificuldade do personagem em aceitar as novas gerações.
A música é uma sátira sobre os conflitos familiares causados pelas transformações nos costumes, especialmente no interior, onde a tradição ainda é forte. Isso aparece quando o pai reclama que o genro "come três pratão bem cheio e dorme no meu sofá", além de não ajudar no sustento da casa. A letra também critica a superficialidade das relações modernas, como quando o genro admite no bar que casou "somente pra se fazer" e está "de olho na herança". A resposta do pai, ao decidir "passar tudo no nome do neto que vai nascer", mostra uma tentativa irônica de proteger o que construiu, mesmo tendo que aceitar as mudanças trazidas pela nova geração. Assim, a música aborda temas como tradição, família, preconceito e adaptação social de forma leve e bem-humorada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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