
De Vez En Cuando La Vida
Joan Manuel Serrat
Instantes de surpresa e encanto em "De Vez En Cuando La Vida"
"De Vez En Cuando La Vida", de Joan Manuel Serrat, explora como a vida pode surpreender com momentos inesperados de felicidade. O artista usa a metáfora do mágico, como no verso “saca un conejo de la vieja chistera” (tira um coelho da velha cartola), para mostrar que, de vez em quando, a vida realiza pequenos milagres que nos devolvem o encantamento, como “uno es feliz como un niño cuando sale de la escuela” (a gente fica feliz como uma criança ao sair da escola). Esses exemplos reforçam o tom otimista da música, destacando que, mesmo na rotina, há espaço para o inesperado e o maravilhoso.
Serrat também personifica a vida, tratando-a como uma companhia próxima que “toma conmigo café” (toma café comigo) ou “se suelta el pelo y me invita a salir con ella a escena” (solta o cabelo e me convida a subir ao palco com ela). Essas imagens mostram que a felicidade pode ser simples e espontânea, surgindo nos detalhes do dia a dia. A metáfora “se nos brinda en cueros” (se oferece para nós sem máscaras) sugere momentos de autenticidade e vulnerabilidade, em que a vida se mostra verdadeira e oferece sonhos frágeis, que precisam ser vividos com cuidado “por no romper el hechizo” (para não quebrar o encanto). Ao reconhecer também as surpresas e brincadeiras da vida, como em “nos gasta una broma” (nos prega uma peça), Serrat convida o ouvinte a valorizar a beleza dos momentos efêmeros e a aceitar a imprevisibilidade da existência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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