
Última Lembrança
Joca Martins
O amor eterno e a cultura gaúcha em “Última Lembrança”
“Última Lembrança”, de Joca Martins, explora como o amor verdadeiro ultrapassa a morte, permanecendo vivo na memória, na arte e na dor de quem fica. Um dos pontos centrais da música é a imagem do canto da cotovia, que funciona como metáfora para a alma do amante. Mesmo após a partida, ele se faz presente de maneira sutil, pronunciando o nome da amada, o que reforça a ideia de que sentimentos profundos sobrevivem além do plano físico e se perpetuam no imaginário e nas tradições.
A letra valoriza fortemente a cultura nativista gaúcha, trazendo referências como o violão na madrugada e a serenata, símbolos tradicionais de expressão amorosa no sul do Brasil. Ao dizer que viverá “nos cantares dos pobres loucos que dos versos fazem o ninho”, a canção sugere que a memória do amor será mantida viva por meio da poesia e da música, eternizando-se nas manifestações artísticas populares. O tom nostálgico e melancólico atravessa toda a composição, especialmente ao tratar da esperança perdida e da dor da separação. Ainda assim, a música transmite a certeza de que o sentimento resiste ao tempo e à ausência física, tornando-se a “última lembrança” que permanece com ambos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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