
Fazenda Santo Antonio
Jorge de Altinho
Memória e saudade no retrato rural de “Fazenda Santo Antonio”
“Fazenda Santo Antonio”, de Jorge de Altinho, explora como as lembranças de infância e a convivência familiar transformam um lugar em símbolo de felicidade e pertencimento. O cantor detalha a rotina e os costumes da fazenda do tio Pedrinho, citando elementos como a “casa sede arrodeada” e a “casa de farinha”, além das refeições típicas. Esses detalhes não só criam um retrato vívido da vida rural pernambucana, mas também reforçam o valor das tradições familiares e culturais.
A música destaca a importância das festas juninas no Nordeste, especialmente no trecho “No bacamarte um recado, São Pedro era festejado”, que faz referência ao uso do bacamarte como símbolo de celebração e identidade regional. O sentimento de saudade aparece com força quando o cantor aborda as mudanças trazidas pela modernização: “Santo Antônio mudou de dono veio a modernização / Derrubaram a casa sede, o cocheiro e o galpão”. A perda dos tios, figuras centrais dessas memórias, é marcada em “Tio Pedrinho não vive mais nem tia Alda também / Foram morar com Jesus, na fazenda do além”. Assim, a canção homenageia a infância e a cultura do interior, ao mesmo tempo em que alerta para a necessidade de preservar essas raízes diante das transformações do tempo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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