
Filho do Cariri
Jorge de Altinho
Orgulho e resistência no sertão em “Filho do Cariri”
“Filho do Cariri”, de Jorge de Altinho, retrata como a seca e as adversidades do semiárido nordestino moldam a identidade e o orgulho de quem vive nessa região. O artista utiliza imagens como “o sol como herança” e “o açude quase na lama” para mostrar que, mesmo diante das dificuldades, existe uma esperança persistente e um forte apego à terra natal. Em entrevistas, Jorge de Altinho destaca que buscou retratar o amor de quem escolhe permanecer no interior, reforçando o sentimento de pertencimento e resistência que atravessa toda a letra.
A música valoriza elementos culturais e naturais do Cariri, como o canto do concriz ao amanhecer, o céu estrelado e a alegria do povo, associando-os à ideia de felicidade simples e autêntica: “Aqui eu sou mais feliz / Do que em outro lugar”. O verso “não tem guerra, nem tanque / não tem trator que me arranque” ressalta a paz e a força de quem decide ficar, mesmo quando a modernidade e as dificuldades poderiam ser motivos para partir. Ao citar o preá fazendo cama na sombra da macambira e o bode pulando, Jorge de Altinho evidencia a adaptação à natureza e a convivência harmoniosa com o ambiente árido, símbolos da resiliência local. Assim, “Filho do Cariri” celebra a cultura, a resistência e o amor pelo sertão, exaltando a vida e a alegria de quem faz do Cariri seu lar, apesar dos desafios.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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