
Há de Ser
Jorge Vercillo
Contradições e permanência do amor em “Há de Ser”
A música “Há de Ser”, de Jorge Vercillo, destaca-se por abordar as contradições presentes no amor, utilizando antíteses para mostrar como sentimentos opostos coexistem de forma natural. A repetição do verso “há de ser” reforça a aceitação dessas dualidades, como em “há de ser bonito / há de ser finito” e “há de ser sereno / há de ser perene / há de ser efêmero”. Esses trechos mostram que, para Vercillo, o amor pode ser ao mesmo tempo belo e passageiro, calmo e eterno, sagrado e pecaminoso, refletindo a complexidade dos sentimentos humanos.
A participação de Milton Nascimento, referência na música brasileira, traz um tom de celebração e respeito à canção, fortalecendo a ideia de que o amor merece ser eternizado. Metáforas como “ninho nas paredes do penhasco” e “história nas pedras de uma caverna” expressam o desejo de proteger o amor das influências externas, como os “paparazzi”, e de preservá-lo para além do tempo, como um fóssil que pode ser descoberto no futuro. Assim, “Há de Ser” transmite a mensagem de que, apesar das contradições e desafios, o amor verdadeiro deixa marcas profundas e duradouras, sendo reconhecido como algo raro e valioso.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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