
Dona Morte
K o d a (BR)
Acolhimento e justiça em "Dona Morte" de K o d a (BR)
Em "Dona Morte", K o d a (BR) apresenta a morte de forma inusitada, como uma figura acolhedora e protetora. Ao contrário da visão tradicional de medo, a letra sugere uma entrega quase serena, como nos versos “Vem comigo, pequenino, senhorio / Vou te ajudar” e “Me dê paz, anjo escuro / Que eu quero me salvar”. Aqui, a morte é chamada de “anjo escuro”, alguém que oferece paz e salvação, invertendo a ideia comum de sofrimento e terror ligados ao fim da vida.
A canção também utiliza imagens marcantes, como “sino que ressoa o tempo a passar” e “prata que reluz mais forte que próprio luar”, para criar um clima de transição e inevitabilidade. O trecho “Todos vivendo o horror da câmara de gás” e a referência ao “homem tão malvado da Suástica” trazem à tona o contexto do Holocausto e da Segunda Guerra Mundial. Nesses momentos, a morte aparece não só como um fim individual, mas como uma força que atua em grandes tragédias, levando tanto inocentes quanto os responsáveis pelo mal. Assim, a letra transita entre o consolo diante do sofrimento e a ideia de justiça diante da crueldade, abrindo espaço para diferentes interpretações sobre o papel da morte na vida humana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de K o d a (BR) e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: