
M&Ms (part. Chiocki)
Kant
Ironia e rebeldia em “M&Ms (part. Chiocki)” de Kant
"M&Ms (part. Chiocki)", de Kant, é marcada por ironia e sarcasmo, com o artista brincando com sua própria imagem e as expectativas do público sobre o rap. Logo no início, a mistura de referências aparentemente desconexas, como “um violino, um fino e violo as paredes do medo”, mostra a habilidade de Kant em transformar situações cotidianas em metáforas ousadas, misturando o comum com o existencial. O verso “Fodo uma puta, boto um louvor e acendo um beck” escancara o contraste entre o sagrado e o profano, reforçando o tom debochado e a recusa em seguir padrões morais ou sociais.
A letra traz imagens absurdas e humor ácido, como “meu estímulo é ficar só de sunga com sete putas dentro de um triciclo”, ironizando o hedonismo e a ostentação típicos do rap, mas de forma escrachada e autodepreciativa. Kant e Chiocki também fazem piada com a própria carreira e a pressão do público, como em “Cê lança disco quando? Calma que eu tô esculpindo, caralho, digo, amigo”, mostrando que não se levam tão a sério e preferem subverter as expectativas. A referência a Sancho e Dom Quixote sugere uma parceria de aventuras insanas e criatividade fora do padrão, enquanto o uso recorrente do dedo do meio e frases como “foda-se que é seu aniversário” reforçam o tom de rebeldia e desprezo pelas convenções. No fim, a música se apresenta como um manifesto de liberdade criativa, usando o nonsense e a ironia para desafiar o senso comum e provocar o ouvinte.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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