
Rolam as Pedras
Kiko Zambianchi
Deslocamento e busca por sentido em "Rolam as Pedras"
Em "Rolam as Pedras", Kiko Zambianchi aborda a sensação de deslocamento e a busca por pertencimento, temas centrais na música. A metáfora das pedras rolando representa o movimento constante de quem procura sentido e conexão em meio à impessoalidade da cidade grande. No verso “Acho que eu existo dentro da cidade / Quase que me sinto Deus”, o artista expressa um misto de autodescoberta e estranhamento, mostrando como o ambiente urbano pode tanto fortalecer quanto diluir a identidade individual.
A música também critica a padronização e a perda de autenticidade diante das expectativas sociais, como fica claro em “Vejo em branco e preto coisas coloridas / Na vida que tentaram me dar”. Esse trecho sugere que, apesar das possibilidades, a vida na cidade pode ser limitada por padrões impostos. Lançada durante o auge do pop rock nacional dos anos 80, a canção se destaca pelo tom introspectivo e melancólico, diferente das músicas mais animadas da época. O refrão repetido, “Rolam as pedras, devem rolar / Sou como as pedras pra te encontrar”, reforça a ideia de que a busca por sentido é contínua e inevitável, e que, assim como as pedras, as pessoas estão sempre em movimento, tentando se encontrar em meio ao caos urbano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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