
Maluca
Kléber Albuquerque
A Dança da Vida e do Amor em 'Maluca' de Kléber Albuquerque
A música 'Maluca' de Kléber Albuquerque é uma celebração poética do encontro inesperado e transformador com o amor. A letra começa com a imagem de alguém 'arrastando os olhos feito sandálias', uma metáfora que sugere um estado de busca ou talvez de cansaço, até que essa pessoa encontra alguém dançando na rua, de maneira livre e despreocupada. Esse encontro é descrito como um momento de epifania, onde o eu lírico percebe que sua vida mudou completamente, simbolizado pela repetição da frase 'dancei, dancei, dancei'.
A letra continua com uma série de imagens ricas e sensoriais, como 'nua pele de luar' e 'mel do manjar de Iemanjá', que evocam uma sensação de magia e espiritualidade. A referência a Iemanjá, uma divindade do candomblé e da umbanda, traz um elemento de sacralidade e conexão com a natureza. A menção a Shiva, o deus hindu da dança e da destruição, reforça a ideia de transformação e renovação. A dança, aqui, não é apenas um movimento físico, mas um ato de comunhão e transcendência.
O refrão 'A vida inteira, amor / A vida inteira eu vou querer / Dançar contigo' expressa um desejo profundo de compartilhar a vida com essa pessoa especial. A dança se torna uma metáfora para a vida em si, cheia de altos e baixos, mas sempre em movimento e em busca de harmonia. A repetição do encontro e da dança ao longo da música sugere que o amor é uma jornada contínua, uma dança que nunca termina, sempre renovada pela presença do outro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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