
Não Podemos Se Entregá Pros Home
Leopoldo Rassier
Resistência e identidade gaúcha em “Não Podemos Se Entregá Pros Home”
“Não Podemos Se Entregá Pros Home”, de Leopoldo Rassier, ressalta a resistência como parte fundamental da identidade gaúcha. O refrão, que virou um lema regional — “Não tá morto quem luta e quem peleia, pois lutar é a marca do campeiro” — mostra como a perseverança é um valor passado de geração em geração. Desde criança, o gaúcho aprende a ser valente e corajoso, como destaca o trecho “O gaúcho, desde piá, vai aprendendo a ser valente, não ter medo, ter coragem”.
A letra faz um paralelo entre o passado, marcado por lanças, cavalos e batalhas pela terra, e o presente, onde o progresso é representado pelo trator que muda a paisagem dos campos. Mesmo com essas transformações, a música reforça que o espírito de bravura permanece vivo. O “velho taura” encara o futuro com coragem, sem se render às adversidades. O verso “Não podemo' se entregá' pros home'” simboliza a recusa em se submeter, seja a opressores históricos ou aos desafios atuais, mantendo viva a tradição de luta e o orgulho do povo do Rio Grande do Sul.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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