
Última lembrança
Leopoldo Rassier
O amor eterno e a saudade em “Última lembrança” de Leopoldo Rassier
Em “Última lembrança”, Leopoldo Rassier aborda a ideia de que o amor verdadeiro vai além da existência física. A imagem da cotovia, cujo canto representa a alma do narrador após a morte, é central para transmitir essa mensagem. O verso “Eu hei de amar-te sempre, sempre além da vida” reforça a promessa de um sentimento que não se apaga com o fim da vida, mas permanece vivo na natureza e na memória de quem fica. Mesmo sem a esperança de um reencontro físico, o afeto se mantém presente em outras formas, como o canto do pássaro ou a música do violão na madrugada, mostrando que o amor pode se transformar e continuar existindo de maneiras sutis.
A canção também explora a nostalgia e a melancolia, tratando o amor como uma lembrança que resiste ao tempo e à morte. Rassier, ligado à música nativista gaúcha, imprime na letra um tom de despedida e saudade, característico desse estilo. Ao dizer “Eu viverei como uma sombra em tua sombra / Como poesia em teu caminho derramada”, o compositor sugere que sua presença continuará de forma discreta, mas constante, influenciando a vida da pessoa amada mesmo após a partida. Assim, o amor se transforma em poesia, música e memória, elementos que, dentro do contexto cultural do autor, servem para eternizar sentimentos e histórias no imaginário coletivo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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