
Barranca e Fronteira
Leopoldo Rassier
Orgulho e identidade regional em "Barranca e Fronteira"
"Barranca e Fronteira", de Leopoldo Rassier, explora a identidade do homem da fronteira gaúcha, mostrando como ela está profundamente ligada ao Rio Uruguai, à cidade de Uruguaiana e à cultura local. No verso “Eu sou fronteiriço de rédea e caniço o perigo me atrai / Sou de uruguaiana de mãe castelhana igual a meu pai”, o artista expressa o orgulho de suas origens e destaca a miscigenação cultural típica da região, influenciada pela proximidade com Uruguai e Argentina. A letra retrata o cotidiano desse homem, que reafirma sua ligação com a terra e suas raízes através de rituais como cavalgar aos domingos.
A música alterna entre nostalgia e celebração, mostrando como o personagem enfrenta as dificuldades da vida simples, mas encontra alegria em detalhes como o amor por uma “morena sincera” e o contato com a natureza. Trechos como “Tenho o verde dos campos nos teus olhos” e “o seu corpo bronzeado é um laço atirado a me pealar” trazem imagens do universo rural gaúcho, misturando romantismo e regionalismo. O refrão “Barranca e fronteira canha brasileira assim me criei” reforça o orgulho de pertencer a essa terra. No final, ao dizer “Hoje meu dia-a-dia só tem alegrias tristezas deixei / Encontrei na verdade a outra metade que tanto busquei”, a canção sugere uma jornada de autodescoberta, onde o amor e o sentimento de pertencimento trazem felicidade e completude.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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